A Internet é realmente livre? E nós, somos livres para acessar conteúdos e nos expressarmos? Quem governa a rede e com que interesses? Ainda é possível falar em privacidade na atual era da vigilância massiva? Estas e outras questões são abordadas pelo documentário FREENET, agora dublado em português, através de entrevistas com especialistas e ativistas como Lawrence Lessig, Jacob Applebaum, Glenn Greenwald, Nnenna Nwakanma, Sergio Amadeu da Silveira, Edward Snowden, Frank La Rue e Catalina Botero entre outros.

A Cryptrove é o maior evento de segurança e privacidade do mundo e tem como objetivo difundir conceitos fundamentais de privacidade e liberdade na Internet e o uso de ferramentas de segurança digital. Os coletivos Actantes, Escola de Ativismo, Encripta Tudo, Intervozes e Saravá estão à frente da organização que é colaborativa e conta com a atuação voluntária de muitas pessoas.

Criado em 1995, O Comitê Gestor da Internet no Brasil tem a atribuição de estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil. O CGI é uma referência internacional em governança da internet por dar voz a diferentes setores da sociedade. Atualmente é formado por 21 integrantes: dez nomeados pelo governo, inclusive seu coordenador, e o restante indicado por associações de empresas, da comunidade científica e da sociedade civil. Agora corre o risco de ter sua composição alterada para atender aos interesses das operadoras de telecomunicações.

As operadoras de telefonia estão mudando os planos pré-pagos e controle de internet e cortando o acesso à internet depois de atingido o consumo da franquia de dados. No modelo antigo desses planos, depois de alcançado o limite do download, a velocidade era reduzida, mas o acesso era mantido. Agora, para manter a conexão é necessário contratar um pacote adicional. Vivo e Oi já começaram a fazer isso com parte dos clientes e Claro e Tim planejam fazer o mesmo.

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