Espectro Livre

Regulação para Redes Comunitárias no século XXI: Espectro Livre

O tema da regulação/legalização das Redes Comunitárias tem despertado muito interesse em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que, em alguns países, avança o reconhecimento sobre a importâncias das Redes Comunitárias como um ator relevante para a ampliação do acesso à Internet em áreas rurais e de difícil acesso (ou pouco interesse econômico), em outros o debate sobre infraestruturas de comunicação autônomas ainda precisa de muito aprofundamento, e enfrenta a emergência de governos pouco engajados na ampliação de direitos fundamentais. Em todo o mundo, nos mais diversos fóruns e encontros internacionais, novos conceitos de uso do espectro emergem como possibilidades efetivas de ampliação de uso deste recurso tão fundamental para as comunicações locais, regionais e globais. Abaixo seguem alguns dos principais debates em curso entre reguladores, formuladores de políticas e pesquisadores.

Manifesto pela Abertura do Espectro Radioelétrico

"Somos do movimento do espectro aberto, livre. Defendemos um futuro onde o espectro seja compartilhado usando equipamentos inteligentes que encontrem os melhores níveis de energia e freqüência para as transmissões. É hora de superar a privatização do espectro, verdadeiras "capitanias hereditárias do espectro eletromagnético". É hora de trazer o potencial digital para as telecomunicações sem fio. O espectro é um bem comum! "

Esta é a síntese do Manifesto pela Abertura do Espectro Radiolétrico que será lançado na próxima terça-feira, dia 20 de março, durante o 52º Encontro Tele.Síntese Brasília. Abaixo, a chamada do encontro e o manifesto aberto a adesões.

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