Reproduzimos aqui a nota pública da Associação Brasileira de Pesquisadores de Cibercultura (ABCiber), dirigida ao MPF e TSE, com considerações a respeito dos riscos para a democracia trazidos pelo uso do modelo de impulsionamento de conteúdo na campanha eleitoral deste ano.

As transmissões de rádio digital podem ser usadas como uma solução eficiente e econômica para fornecer serviços de dados para usuários individuais, regiões específicas ou vastas áreas. Neste contexto, o sistema DRM pode ser visto como um canal de dados digital ponto-a-multiponto, chamado de DRM datacasting.

Pelo Brasil e pelo mundo, diversas iniciativas têm buscado a articulação entre tecnologia, ativismo e feminismo. Por um lado, procuram criar espaços nos quais as mulheres possam aprender e desenvolver tecnologia sem precisar lidar com as sutis barreiras de gênero geralmente presentes nos ambientes de Tecnologia da Informação. Por outro, propagam informações estratégicas para a proteção e o autocuidado em relação aos riscos inerentes no uso de dispositivos digitais, como o roubo de dados pessoais e a invasão de privacidade, que são ainda mais críticos no caso desse público. 

"Somos do movimento do espectro aberto, livre. Defendemos um futuro onde o espectro seja compartilhado usando equipamentos inteligentes que encontrem os melhores níveis de energia e freqüência para as transmissões. É hora de superar a privatização do espectro, verdadeiras "capitanias hereditárias do espectro eletromagnético". É hora de trazer o potencial digital para as telecomunicações sem fio. O espectro é um bem comum! "

Esta é a síntese do Manifesto pela Abertura do Espectro Radiolétrico que será lançado na próxima terça-feira, dia 20 de março, durante o 52º Encontro Tele.Síntese Brasília. Abaixo, a chamada do encontro e o manifesto aberto a adesões.

A chamada para a CryptoRave 2018 já está nas ruas. O maior evento aberto e gratuito de criptografia e segurança do mundo será realizado entre os dias 4 e 5 de maio na cidade de São Paulo.

Como a autonomia é essencial para um encontro como esse, que vai tratar hacking, anonimato, privacidade e liberdade na rede, o financiamento é coletivo e está sendo feito em uma campanha tudo ou nada no Catarse, que vai até dia 06/04/2018.

Imagine que a partir de agora as operadoras poderão oferecer diferentes pacotes de acesso à internet e só o mais caro deles dará direito a assistir ao Netflix. E que aquele site alternativo que você tanto gosta levará um tempão para carregar porque não estará entre as plataformas que pagam para ter velocidade rápida. Mais ainda, que sua conta de internet não terá limite: a cada novo serviço ou aplicativo, uma nova taxa poderá ser cobrada pelo seu provedor. Tudo isso está prestes a se tornar realidade nos Estados Unidos. Mas e no Brasil? Corremos o risco que essa mesma medida venha a ser adotada aqui também?

A CooLab – cooperativa laboratório de redes livres – instalou uma rede mesh na região de Juruti Velho, no Pará. A população até então não tinha acesso a rede de celulares ou Internet. Além da implantação da infraestrutura, o projeto tem por objetivo proporcionar uma conectividade responsável, que valorize as tecnologias e conhecimentos já disponíveis no território. A proposta agora é conectar mais comunidades no mesmo modelo.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) abriu consulta pública sobre a governança da Internet no País para receber contribuições on-line até o dia 19 de novembro através da plataforma https://consulta.cgi.br/. A consulta está estruturada em cinco eixos: composição do CGI.br; transparência; eleições e mandatos; e outros temas ou considerações.

A TVDrone e o coletivo Actantes, em associação com a Heinrich-Böll-Stiftung e apoio da Rede TVT, estão produzindo a minissérie X-PLOIT sobre as disputas políticas e econômicas que estão por trás da tecnologia digital, que se traduzem em controle e vigilância cada vez maiores à custa da violação do direito à privacidade e da liberdade de expressão.

Que tal fazer buscas na Internet sem deixar rastros? Parece impossível, mas é bem simples. Basta substituir os tradicionais buscadores como Google, Yahoo ou Bing pelo DuckDuckGo que não registra as informações do usuário nem durante nem fora da navegação privada.

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