"Somos do movimento do espectro aberto, livre. Defendemos um futuro onde o espectro seja compartilhado usando equipamentos inteligentes que encontrem os melhores níveis de energia e freqüência para as transmissões. É hora de superar a privatização do espectro, verdadeiras "capitanias hereditárias do espectro eletromagnético". É hora de trazer o potencial digital para as telecomunicações sem fio. O espectro é um bem comum! "

Esta é a síntese do Manifesto pela Abertura do Espectro Radiolétrico que será lançado na próxima terça-feira, dia 20 de março, durante o 52º Encontro Tele.Síntese Brasília. Abaixo, a chamada do encontro e o manifesto aberto a adesões.

A chamada para a CryptoRave 2018 já está nas ruas. O maior evento aberto e gratuito de criptografia e segurança do mundo será realizado entre os dias 4 e 5 de maio na cidade de São Paulo.

Como a autonomia é essencial para um encontro como esse, que vai tratar hacking, anonimato, privacidade e liberdade na rede, o financiamento é coletivo e está sendo feito em uma campanha tudo ou nada no Catarse, que vai até dia 06/04/2018.

Imagine que a partir de agora as operadoras poderão oferecer diferentes pacotes de acesso à internet e só o mais caro deles dará direito a assistir ao Netflix. E que aquele site alternativo que você tanto gosta levará um tempão para carregar porque não estará entre as plataformas que pagam para ter velocidade rápida. Mais ainda, que sua conta de internet não terá limite: a cada novo serviço ou aplicativo, uma nova taxa poderá ser cobrada pelo seu provedor. Tudo isso está prestes a se tornar realidade nos Estados Unidos. Mas e no Brasil? Corremos o risco que essa mesma medida venha a ser adotada aqui também?

A CooLab – cooperativa laboratório de redes livres – instalou uma rede mesh na região de Juruti Velho, no Pará. A população até então não tinha acesso a rede de celulares ou Internet. Além da implantação da infraestrutura, o projeto tem por objetivo proporcionar uma conectividade responsável, que valorize as tecnologias e conhecimentos já disponíveis no território. A proposta agora é conectar mais comunidades no mesmo modelo.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) abriu consulta pública sobre a governança da Internet no País para receber contribuições on-line até o dia 19 de novembro através da plataforma https://consulta.cgi.br/. A consulta está estruturada em cinco eixos: composição do CGI.br; transparência; eleições e mandatos; e outros temas ou considerações.

A TVDrone e o coletivo Actantes, em associação com a Heinrich-Böll-Stiftung e apoio da Rede TVT, estão produzindo a minissérie X-PLOIT sobre as disputas políticas e econômicas que estão por trás da tecnologia digital, que se traduzem em controle e vigilância cada vez maiores à custa da violação do direito à privacidade e da liberdade de expressão.

Que tal fazer buscas na Internet sem deixar rastros? Parece impossível, mas é bem simples. Basta substituir os tradicionais buscadores como Google, Yahoo ou Bing pelo DuckDuckGo que não registra as informações do usuário nem durante nem fora da navegação privada.

Na medida em que se sofisticam os mecanismos de monitoramento no meio digital, surgem por outro lado mais e mais ferramentas e táticas para, se não escapar, ao menos diminuir a exposição à vigilância. Sem a pretensão de dar conta de todas as possibilidades de estratégias antivigilância, elencamos aqui alguns sites que reúnem diferentes tipos de dicas e orientações para aumentar a proteção de dados.

No dia 9 de julho, em todo mundo, serão organizados protestos contra o Digital Rights Management (DRM), tecnologia de controle usada para restringir a cópia de conteúdos digitais, especialmente em CDs e DVDs, mas também em e-books e em lojas de música online como iTunes da Apple. Para a Free Software Foundation, o dispositivo é um dos principais inimigos na luta pela liberdade do usuário de computador, que enfraquece nossa segurança e ataca nossos direitos, pois com a justificativa de proteger direitos autorais, o DRM impede os usos legais, como poder fazer cópias backup de produtos que você comprou ou até mesmo utilizá-lo em diferentes dispositivos de sua propriedade.

Proteção de Dados Pessoais e Direito à Privacidade

Muita gente pensa que, “se não tem nada a esconder”, não precisa se preocupar com a proteção de seus dados pessoais. Nada mais equivocado. A proteção de dados pessoais está diretamente ligada ao direito de privacidade, que por sua vez garante a liberdade de expressão e de organização política, entre outros direitos.

Como se trata de um tema relativamente novo, esse debate tem sido de modo geral negligenciado pela sociedade. Mas com o avanço do chamado big data e da capacidade de grandes empresas de processar as informações em interesse próprio, esse não pode mais ser um assunto relegado somente a especialistas e ativistas.

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