Ciência Aberta

Ciência Pirata

O excelente canal Meteoro lançou esta semana o vídeo Ciência Pirata mostrando, de forma didática, como funciona o modelo capitalista de publicação de artigos científicos: pesquisadores escrevem e revisam os artigos, que são publicados e vendidos pelas grandes editoras, como a Elsevier, com uma margem de lucro altíssima.

Vídeo TECNOx 4.0

Foi lançado este mês o mini documentário do TECNOx 4.0 com o registro de momentos do encontro e entrevistas com alguns dos convidados e organizadores. 

Plano Nacional Francês para a Ciência Aberta

É preciso aproveitar a transição digital para desenvolver acesso aberto às publicações científicas e, na medida do possível, à pesquisa de dados. Com base nessa afirmação, no final de junho passado, a Agência Nacional Francesa para Segurança Alimentar, Ambiental e Ocupacional [French Agency for Food, Environmental and Occupational Health & Safety – ANSES] aderiu, em conjunto com outras agências, ao compromisso de promover a Ciência Aberta.

Propriedade Intelectual aplicada à Ciência Aberta

A Ciência Aberta preconiza a ampla circulação do conhecimento para que os pesquisadores possam trabalhar em colaboração uns com os outros e avançar mais rapidamente em suas pesquisas. No entanto, na prática, a maior circulação de dados deve respeitar os limites impostos pela legislação relativa à Propriedade Intelectual. Para enfrentar esse problema, um primeiro passo é conhecer mais a fundo as restrições legais e suas brechas para poder investir com segurança nesse modelo mais ágil e colaborativo de se fazer ciência.

LAB de Emergência - primeiros resultados

Confira os resultados da primeira edição do LAB de Emergência COVID-19, realizado recentemente, que terá em breve nova chamada.

Perspectivas e desafios em tempos de pandemia

A Liinc em Revista está com chamada aberta até o dia 15 de agosto para o dossiê temático "Perspectivas e desafios informacionais em tempos de pandemia da COVID-19".

O dossiê irá abranger diferentes aspectos, inovações e desafios colocados à informação, suas formas de organização, recuperação, representação e acesso, ante o quadro da pandemia, incluindo, entre eles:

- suas possibilidades como ferramenta de fortalecimento de redes de solidariedade e colaboração;

- os riscos advindos de movimentos de desinformação e manipulação da opinião;

Manifesto TECNOx

Como resultado do encontro TECNOx 4.0 - Ética, Direitos Humanos e Tecnologias Livres, realizado em março deste ano em Porto Alegre, acaba de ser divulgado o Manifesto TECNOx, consolidado a partir dos ricos debates entre os participantes das desconferências do encontro. Confira e, se concordar, subscreva e divulgue!

Diálogos entre cultura hacker e educação

À primeira vista, cultura hacker e educação parecem ser temas distantes, com pouca coisa em comum. Mas, ao contrário, são bastante próximos. Para começar, a cultura hacker nasce na academia, mais especificamente no MIT ainda na década de 1950, quando os estudantes aproveitavam o tempo livre dos computadores, na época grandes máquinas de calcular, para explorar suas capacidades e inventar novos usos imprevistos, como games por exemplo. De fato, a comunidade hacker herda os preceitos acadêmicos, como o valor do trabalho colaborativo e da evolução do conhecimento, e os radicaliza em sua grande máxima: a informação quer ser livre. O que leva, por consequência, à defesa do conhecimento aberto e livre como um bem comum a ser partilhado, e ao enfrentamento do regime vigente da propriedade intelectual.

Direito de Acesso à Informação e Proteção de Dados Pessoais

Como equilibrar o direito de acesso à informação com a proteção de dados sensíveis ou sigilosos da pesquisa científica? Este é o tema geral do novo módulo do curso de formação em Ciência Aberta oferecido pela Fundação Oswaldo Cruz. Com o título Direito de Acesso à Informação e Proteção de Dados Pessoais, o curso aborda noções e conceitos que permitam ao pesquisador avaliar a possibilidade de publicar em formato aberto os dados de pesquisas realizadas no ambiente público administrativo.

O comum e o conhecimento

A disseminação da ética hacker junto ao advento das novas tecnologias da informação e da comunicação permitiu a produção livre e colaborativa de conhecimento em níveis jamais vistos anteriormente. Entretanto, o poder econômico logo tratou de aperfeiçoar os mecanismos de propriedade intelectual de forma a se apropriar e extrair lucro dessa nova produção em rede. A perspectiva de Michel Foucault (2014) inovou as abordagens sobre o poder. Para o filósofo francês, onde há poder, há também resistência; e a melhor forma de compreendê-lo é partindo justamente da análise dessas formas de resistência. Então, junto a esses novos cercamentos, houve uma crescente demanda pela abertura dos processos de produção e circulação de conhecimento, manifesta em movimentos heterogêneos e descentralizados, de forma orgânica e em rede.

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