O website da Coalizão Direitos na Rede é uma importante referência para acompanhar as discussões que dizem respeito à Internet Livre no País. Criada em julho de 2016, a CDR é uma rede independente de organizações da sociedade civil e ativistas, cujo objetivo é contribuir para a conscientização sobre o direito ao acesso à Internet, a privacidade e a liberdade de expressão.

Sempre na linha de frente do debate sobre novas formas de produção entre pares, o Journal of Peer Production acaba de lançar uma edição especial sobre cidade. São oito artigos com estudos de caso que abordam os desafios da governança com foco em modelos cidadãos de produção entre pares, em cidades nas quais o governo local é chamado para estar em diálogo e construir sinergias com diferentes atores comunitários. Com diferentes metodologias, as pesquisas tratam de experiências em diversos países e continentes, como em Barcelona, Dhaka, Genoa, Melbourne, Nova Iorque, Paris e Rosario.

A ComCiência Revista Eletrônica de Jornalismo Científico acaba de lançar o Dossiê Indústria 4.0, com foco nas transformações que estão por vir não só pela crescente automatização das fábricas, mas também pelos avanços das tecnologias de comunicação e da biotecnologia.

Acaba de ser lançado no Brasil, pela editora da Universidade Federal da Bahia, o livro Mimi e Eunice em... Propriedade Intelectual, de Nina Paley, cartunista e ativista da cultura livre.

O website Commons Transition Primer, criado pela P2P Foundation, traz uma série de recursos – entre textos, infográficos, áudios e vídeos –voltados aos estudos e debates a respeito de inúmeras iniciativas que estão sendo criadas em todo mundo baseadas na produção entre pares (P2P) e com vistas a geração de um bem comum (Commons).

Os três números da Revista Facta, publicada pelo Coletivo Gambiologia entre 2012 e 2015, trazem importantes contribuições para o pensamento sobre arte, gambiarra, tecnologia e cultura hacker, tendo como ponto de vista a perspectiva brasileira.  

O ColaBoraBora é uma comunidade emergente, sediada na Espanha, que se reúne em torno de iniciativas socialmente transformadoras a partir do cotidiano, do pequeno, do próximo e do afetivo. Conheça mais aqui. 

Recentemente, eles publicaram um texto abordando as chamadas tecnologias brandas. Seguem alguns trechos para inspirar a leitura:

No livro Of Remixology, Ethics and Aesthetics after Remix, David J. Gunkel  vai além do debate sobre o remix como criatividade ou como apropriação indevida. Em vez disso, apresenta ao leitor a trajetória histórica do fenômeno em três sessões: Premix, Remix e Postmix

A dissertação de mestrado de David Andrés Martínez Houghton , Remezclando la realidad: remix, apropiación y resistencia cultural en el Brasil contemporâneo, explora o conceito de Remix nas práticas artísticas no País. Segundo a pesquisa realizada na Pontificia Universidad Javeriana, em Bogotá, a criação artística brasileira tem se destacado já há várias décadas pela livre apropriação e pelo remix como estratégias criativas.

O website do Institute of Network Cultures traz informação e análise de diversos aspectos da cibercultura. O instituto criado em 2004 por Geert Lovink pesquisa as culturas das redes na interação entre novas formas de media e os usuários dessas novas formas. Suas pesquisas abrangem design, ativismo, arte, filosofia, teoria política e estudos urbanos, não se restringindo apenas aos limites da internet.

Páginas

Aqui você encontra uma curadoria de publicações de periódicos, livros, teses e dissertações, além de sugestões de sites que abordam temas afins. Sugestões são super bem-vindas!