Direito à Comunicação

Loreto Bravo: Espalhando tecno-sementes para a comunicação comunitária autônoma

Ciberfeminista e ativista de mídias livres, Loreto Bravo tem se dedicado à comunicação popular, especialmente à tecnologia de rádio FM, como meio de fortalecer a luta pelos direitos humanos. Nesta entrevista ao Em Rede, ela conta como o México se tornou referência mundial em comunicação comunitária e fala da importância das estratégias de autodefesa digital para permitir a organização popular e proteger os que lutam contra a opressão. Destaca a necessidade de se superar as barreiras de gênero na apropriação tecnológica e propõe ainda uma agenda comum para a comunicação comunitária e livre na América Latina e no Caribe a partir de uma perspectiva crítica.

Redes Livres – pelo direito à comunicação e contra o vigilantismo

Como alternativa aos grandes provedores de telecomunicação, que estão mais interessados no retorno financeiro rápido, têm crescido por todo o mundo as iniciativas dentro do conceito de redes livres. As vantagens são muitas: administradas com autonomia pelos próprios usuários, elas escapam dos mecanismos de monitoramento presentes nos provedores privados, além de garantir direito à comunicação, a liberdade de expressão e o acesso à cultura e ao conhecimento. 

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